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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Domingo Gordo para o ténis português




O ténis português saboreou ontem um dia de sucesso sem par. Com dois tenistas seniores em acção em duas provas internacionais esta semana, foram também dois os títulos conquistados.

Na Flórida, em Boca Raton, Gastão Elias entrou no quadro como o menos bem cotado, mas demonstrou o porquê de ser considerado uma das maiores esperanças do ténis português e mundial, tendo derrotado o nº203 mundial, Ilija Bozoljac, rumo ao seu segundo título em provas da categoria future.

Por seu lado, Neuza Silva actuou em Kaarst, na Alemanha, e venceu o torneio ITF local sem ceder um único set. A setubalense partiu para o evento como terceira cabeça-de-série e não defraudou as expectativas, praticando ténis muito sólido e exibindo uma inteligência táctica superior. Foi o nono título ITF conquistado pela portuguesa, que vai agora regressar ao top-200 mundial.

Um claro sinal de que ventos de mudança estão a atingir o ténis nacional...


p.s.: artigo publicado no site Livre Indirecto



publicado por Morais às 11:17
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Terça-feira, 11 de Dezembro de 2007

Leonardo e Ana Catarina são "mestres" de novo

 

Pela quarta e sexta vez, respectivamente, Leonardo Tavares e Ana Catarina Nogueira venceram o Masters FPT/CIMA, a prova realizada no pavilhão da Quinta dos Lomos que encerra o calendário oficial a nível interno.

Depois das vitórias em 2003, 2004 e 2006, Leonardo Tavares voltou a levantar o ceptro no agora Masters FPT/CIMA (ex-Masters TMN), desta feita à custa de Frederico Gil, o melhor português no ranking ATP.

Numa final de altíssimo nível, o jogador espinhense provou adaptar-se melhor à rápida superfície em que disputa o evento, fazendo uso do seu excelente serviço e da sua maior potência de jogo, face a um advesário que nunca se deu por vencido e que demonstrou muitos dos atributos que fazem com que seja considerado o terceiro melhor tenista português de sempre. Ainda assim, ao cabo de 1h30m, a vitória acabou por sorrir a Leonardo Tavares, com parciais de 7-6(5) e 6-2.

Já Ana Catarina Nogueira venceu com muito menores dificuldades a sua jovem oponente. Maria João Kohler, de seu nome, foi a maior surpresa da prova, tendo batido Neuza Silva (a nº1 portuguesa) nas meias-finais, por duplo 6-4. No entanto, voltou a baquear na final, como acontecera na fase de grupos, frente à sua mais experiente adversária. Os parciais de 6-2 e 6-3 não enganam, mas fica a certeza de que o wild card da polémica (deixou Frederica Piedade de fora) foi bem atribuído e a ideia de que o futuro será bem risonho.

 

publicado por Morais às 23:59
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007

Entrevista a Nuno Marques

Nuno Marques, aqui em acção no Vale do Lobo Grand Champions de 2006

O Nuno Marques jogador foi, indubitavelmente, um dos melhores (se não o melhor) tenistas portugueses de sempre, tendo sido o único a lograr uma entrada no top-100 -foi 86º em Setembro de 1995- do ranking mundial ATP. 

E o Nuno Marques treinador, fruto do excelente e meritório trabalho que tem vindo a desenvolver, parece estar também no caminho do sucesso, tendo anteontem visto, pela primeira vez na sua ainda curta carreira, um pupilo seu sagrar-se campeão nacional, no caso Francisco Ramos, na categoria de sub-14. Em entrevista ao jornal O Jogo, Nuno Marques aceitou falar do ténis em Portugal, em particular do que concerne aos mais jovens e às condições que existem para que estes possam singrar no ténis mundial. Abaixo deixo o link para a tal entrevista, bem como um outro, muito interessante, para uma entrevista que o mesmo Nuno Marques deu ao entretanto extinto blog Quarto Árbitro, há pouco mais de três anos atrás, entrevista essa em que falava, entre outras coisas, das promessas do ténis português de então. Naturalmente, nomes como Leonardo Tavares, Frederico Gil ou Frederico Marques vieram à baila. Do primeiro, dizer que estará a passar ao lado de uma carreira promissora, em virtude das inúmeras lesões que o têm afectado; o segundo todos nós conhecemos bem e é, actualmente, o melhor português no circuito ATP, fruto de uma consistência notável; já o terceiro, Frederico Marques, apesar do apelido ser de campeão, não conseguiu nunca afirmar-se, nem mesmo a nível interno. Será, agora, interessante ver aquilo de que será capaz este Francisco Ramos, sabendo que não será por falta de orientação de qualidade que não chegará bem longe.

Duas conversas com um dos nomes mais respeitáveis do ténis português, cuja opinião tem um valor acrescido por tudo o que o portuense teve de passar enquanto construiu a sua carreira tenística.

 

Jornal "O Jogo" - 2007

Blog "Quarto Árbitro" - 2004

 

publicado por Morais às 11:52
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