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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Karatantcheva imparável


Photo by The Desert Sun - www.mydesert.com

Nunca é fácil voltar ao circuito profissional feminino após uma ausência de dois anos, por motivos de doping.

No entanto, Sesil Karatantcheva teima em dar a entender o contrário. Depois da vitória alcançada há duas semanas num challenger de Surprise em que teve de vencer um pre-qualifying e mais três rondas do qualifying, antes dos cinco jogos que a levaram ao título, a búlgara voltou, esta semana, a provar que ainda tem muito para dar ao ténis feminino.

Novamente obrigada a disputar o qualifying do evento de 25000$ de La Quinta, EUA, Karatantcheva juntou mais oito (3 no quadro de qualificação e 5 no quadro principal) vitórias às onze conseguidas no outro torneio, elevando para 19 o número de triunfos desde que regressou ao circuito mundial.

Na final de ontem, a búlgara de 18 anos derrotou a experiente alemã Sandra Kloesel, por 6-4 e 7-5, superando um início menos bom que a deixou a perder por 4-0 no set inaugural.

Ainda assim, falta uma prova mais à jovem de Sófia para poder voltar a inscrever o seu nome no ranking WTA. Tal deverá acontecer depois do torneio de 75000$ de Midland (o tal evento em que Michelle Brito se estreou no circuito profissional), para o qual lhe foi reservado um wildcard.

E quando o fizer, entrará pelo menos para bem dentro do top-400 da hierarquia mundial feminina. Seguramente, um nome a reter para os próximos anos...

Quadro final La Quinta

p.s.: adaptado de um artigo publicado no site www.bolamarela.com

p.s.2: aquela vestimenta não é, de facto, lá muito bonita. Esperemos que arranje um patrocinador com bom gosto a curto prazo.


publicado por Morais às 15:38
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Anima-se a luta

Ranking ATP

1º Roger Federer    - 6630
2º Rafael Nadal       - 5980 (-650)
3º Novak Djokovic   - 5165 (-1465)

Pontos a defender até 31.03

Federer   - 380
Nadal      - 700
Djokovic  - 1035

Apesar de Federer ter mais pontos a defender até finais de Fevereiro, depois em Março tem um mês "tranquilo", em virtude das derrotas averbadas frente a Guillermo Cañas nas edições de 2007 dos Masters Series de Miami e Indian Wells.
O suíço continua assim em posição privilegiada para se manter no comando da hierarquia mundial, mas há muito não se viam diferenças tão reduzidas entre os três primeiros.

publicado por Morais às 15:02
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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

Ela está de volta!


Foto site Sesil Kratantcheva - www.sesil-karatantcheva.com

Sesil Karatantcheva está de regresso ao circuito profissional feminino. Após dois anos de ausência forçada, por motivos relacionados com o doping, a búlgara de 18 anos reentrou em cena no challenger de 25000$ de Surprise, disputado na passada semana.
Sem ranking, Karatantcheva foi obrigada a disputar um pre-qualifying para garantir um wildcard para o quadro de qualificação. Pois bem, 11 partidas depois, a ainda jovem búlgara saiu de Surprise com o título e a certeza de que em breve voltará a uma posição de destaque no cada vez mais exigente circuito WTA.
Recorde-se que, antes do caso de doping, em 2005, Karatantcheva chegou a ocupar a 35ª posição do ranking mundial, tendo atingido também os quartos-de-final de Roland Garros nesse mesmo ano.
Uma jogadora a seguir com atenção.

Quadro pre-qualifying Surprise'08
Quadro qualifying Surprise'08
Quadro principal Surprise'08

Site de fãs
Wikipedia

publicado por Morais às 15:35
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Domingo, 20 de Janeiro de 2008

Open da Austrália - foto do dia 5




À sexta tentativa, a australiana Casey Dellacqua, actual 77ª do ranking mundial feminino, lá conseguiu ultrapassar uma ronda no "seu" Open da Austrália.
E não só o fez como já o repetiu por mais duas vezes, eliminando pelo caminho Patty Schnyder e Amélie Mauresmo, duas tenistas de topo.
Jelena Jankovic é a senhora que se segue...

publicado por Morais às 20:27
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008

Entrevista a Coria - 1ª parte

 


Aproveitando o excelente trabalho desenvolvido pelos jornalistas do site Fue buena, resolvi traduzir a interessante entrevista feita por um deles a Guillermo Coria, o argentino que se encontra afastado das luzes da ribalta há já mais de um ano.

Por ocasião da sua esporádica participação num evento challenger, em Aracajú, Brasil, Coria falou do seu actual momento de forma, da época que aí vem e da sua biografia, que vai lançar em livro. E é justamente por aí que começa esta primeira parte da entrevista que publico.



Sempre me agradou a ideia de contar as minhas vivências, as boas e más experiências, responder ao que me perguntam as pessoas com quem me cruzo na rua, os meus fãs que me escrevem no fórum (forocoria.com). Gostava de partilhar com elas o que me aconteceu, porque parei, o que senti quando estava no auge da carreira e, depois, quando estava em baixo...” (Coria)



- Quando pensaste escrevê-la?


- Sempre gostei de biografias. Graças ao ténis pude viver experiências inesquecíveis, conhecer pessoas que nunca pensei vir a conhecer, como o Bono, uma vez, em Montecarlo. Uma biografia que me marcou foi a do Maradona, porque contou coisas que te tocam. Oxalá que este meu livro também possa ajudar alguém, porque isso seria uma grande recompensa.

 


- Que gostarias de nos contar agora?


- Hmm…explicar como, de um momento para o outro, deixei de conseguir ganhar até a um tipo sem ranking (sorrisos). E como faço para andar em frente. Não atravessei o pior momento da minha vida, muito pelo contrário. Este ano foi, em termos pessoais, quase como 2003 em termos desportivos (leia-se, muito bom!). Vivi experiências que dantes não podia viver.

 


- Como por exemplo...


- Bom, estar com a minha esposa (Carla) em nossa casa, na nossa cama. Dantes, a nossa casa era sempre um hotel, diferente quase todas as semanas. Poder visitar o meu irmão, jogar PlayStation com ele e os meus amigos, não ter horários, dar um salto a Venado Tuerto para um almoço em família, jogar futebol num campo próximo, conhecer o Sul, Perito Moreno, ir à Disney pela primeira vez, também com a Carla…Vivi nos EUA um ano e meio e nunca lá tinha estado! Pude fazer tudo isto durante este tempo de ausência.

 


- Falavas de estar em cima e em baixo… na tua melhor época todos te viam como um vencedor, que se impunha nos momentos difíceis. Quando te começaram a surgir as dúvidas?


- Quando perdi a vontade de entrar em court e lutar, quando me passou a ser indiferente o ganhar ou perder.

 


- E quando aconteceu isso? Uma situação pontual, um encontro que te marcou...


- Hmm, não foi um encontro. Muita gente diz que foi depois de Roland Garros’04 que comecei a fraquejar, mas não é verdade. Nesse ano estava em segundo na Corrida dos Campeões e, se ganhasse em Paris, passaria à frente do Federer com a temporada a meio. Mas, então, veio a lesão no ombro...no encontro dos quartos-de-final (RG’04), com o Moyà. Esse torneio de Roland Garros tinha-o quase ganho, é verdade, tive mesmo dois match-points na final, mas já estava lesionado. São coisas que as pessoas não sabem e que, de certeza, contarei na minha autobiografia. Depois de Roland Garros e da operacão mantive-me no top-10. No entanto, a meio de 2005 já não estava bem comigo mesmo e canalizei os problemas no serviço. Não tinha a mesma vontade de quando era novo, tinha perdido a fome de ténis.

 


- Outras partidas-chave para a tua carreira foram as que jogaste contra o Nadal, em Roma e contra o Ginepri, no US Open.


- Na do US Open’05 já eu estava com problemas psicológicos. A lesão no ombro e a operação foram muito complicadas, nem sequer sabia se iria poder continuar a jogar ténis. Mas, dois meses e meio depois convenci-me que queria jogar a Masters Cup e fui a Xangai, pouco depois de ser operado e sabendo que podia perder 6-0 e 6-0 com toda a gente. Mais tarde, quando cheguei a Roland Garros’06, estava muito cansado e já não sentia a mesma adrenalina por estar entre os 10 primeiros.

 


- Ou seja, vês isto como apenas uma fase.


- Paguei o preço de três duros anos consecutivos na ribalta, até 2006, que foram espetaculares. Na temporada de terra batida não só defendia os meus pontos como ainda melhorava de ano para ano. Devido à minha maneira de jogar, mais tarde ou mais cedo, era provável que isto acontecesse. Mas animicamente nunca me senti mal. Este ano (2007) em que não joguei foi o mais feliz da minha vida.

 


- Sempre foste muito obsessivo com os rankings, o estudo dos teus rivais…


- Sempre procurei superar-me dia a dia, buscar objectivos grandes, difíceis. Antes de entrar no circuito, ninguém dava nada pelo meu físico. Tinha talento, era uma promessa, mas faltava algo mais. Ainda assim, acabei por chegar a nº3 do mundo, alcancei coisas que me surpreenderam e desfrutei delas. Ter sido tão responsável e profissional com o ténis levou-me aonde cheguei, caso contrário nunca o teria conseguido. Toda a gente me “tira” pelo menos 10 quilos e 10 centímetros de altura...se não tivesse sido tudo tão bem planeado nunca teria lá chegado. Talvez tenha sido isto que provocou as minhas lesões, mas se me perguntares se faria o mesmo, caso pudesse voltar dez anos atrás, diria que sim sem hesitar. Foram três anos nos 10 primeiros, consegui coisas que muitos outros não conseguem em toda a carreira. Por exemplo, agora o David (Nalbandian) ganhou dois Masters Series, mas eu, mesmo com os problemas do doping e do ombro já o consegui também, tendo ainda ido a duas ou três finais mais. Consegui coisas muito boas em muito pouco tempo.


(continua...)



publicado por Morais às 13:18
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

Previsões para 2008


Foto joaolagossports.com

Na sequência do artigo publicado no "Jornal do Ténis", da autoria de Miguel Seabra, do qual tomei conhecimento através do fórum LusoTénis, decidi-me a responder também eu às perguntas feitas no "Tototénis 2008" -como o designa o autor-, que abordam algumas das grandes questões para a temporada tenística de 2008. Então, cá vai...


1. Conseguirão o país e a imprensa generalista aperceber-se realmente da importância da presença no Estoril Open de Roger Federer, uma lenda viva do desporto que já está à altura de mitos como Michael Jordan, Muhammed Ali ou Pelé?

1 (Sim)! Se há coisa que não falta ao país e à imprensa é entusiasmo por ocasião destes grandes eventos. É certo que estamos a falar de ténis e não de futebol, mas, se bem me recordo, nem o país nem a imprensa generalista passaram ao lado da Masters Cup de 2000, sendo que as pessoas acorreram em grande número ao Pavilhão Atlântico e a imprensa escrita dedicou várias páginas a cada dia do torneio.



2. Conseguirá ser gerida da melhor maneira a complicada sobreposição da eliminatória da Taça Davis face à Tunísia e o qualifying do Estoril Open?

2 (Não)! De maneira alguma isto poderá terminar como todos querem. A eliminatória da Taça Davis é muito importante e, certamente, prioritária, mas tenistas como Leonardo Tavares e Rui Machado vão, provavelmente, ficar de fora da próxima edição do Estoril Open, por não existirem wild-cards para todos.



3. Conseguirá a Federação Portuguesa de Ténis eleger um novo Director Técnico Nacional que seja mais unânime e menos polémico do que o anterior?

1 (Sim)! Independentemente das escolhas feitas, não é difícil ser menos polémico e mais unânime que Paulo Lucas, que, enquanto ocupou o cargo de DTN, esteve envolvido em assuntos que em nada prestigiam o ténis nacional.



4. Conseguirá Leonardo Tavares finalmente registar resultados dinos do seu potencial e juntar-se a Frederico Gil no top 200?

2 (Não)! Ao top-200 não me parece que Leonardo possa chegar. Tem potencial tenístico, sem dúvida, mas precisa de alguma estabilidade emocional e que as lesões não o afectem tanto como até agora. Talvez possa chegar ao top-300, mas sem se aproximar dos 200 primeiros postos do ranking. Espero enganar-me redondamente.



5. Conseguirão Michelle Brito e Gastão Elias manter o trajecto ancensional na transição em full-time para o circuito profissional?

X (Talvez). Depende aqui dos objectivos a que se propuserem e das expectativas que se criarem em torno deles. Serão certamente altos, mas há que ter em conta que, nesta primeira época mais a sério (a tempo inteiro), as dificuldades vão ser grandes. Exigência sim, mas com moderação.



6. Conseguirá Roger Federer ganhar finalmente Roland Garros e bater o recorde de títulos do Grand Slam?

X (Talvez). Começando por Roland Garros, é óbvio que tal dependerá do percurso de Nadal, o único rival a uma altura manifestamente superior em pisos de terra batida. Se este estiver efectivamente lesionado -como anunciou o seu tio- e não lhe correr de feição a temporada no pó-de-tijolo, então, Federer poderá ter uma chance. Caso contrário, duvido mesmo muito.
Em relação ao recorde de Pete Sampras em títulos do Grand Slam, estou em crer que igualará o mesmo, sem contudo, por ora, conseguir superá-lo. Na sequência do que antes disse, Roland Garros deve ser para Nadal e acredito numa surpresa em qualquer um dos outros três.



7. Conseguirá Justine Hénin tornar-se na tenista com mais títulos do Grand Slam em actividade?

1 (Sim)! Creio que só uma lesão ou uma época desastrosa poderão impedir Henin de bater o recorde de 8 títulos do Grand Slam que é pertença de Serena Williams (Henin tem 7). A belga é tão mais superior e versátil que as demais que dificilmente muitas lhe baterão o pé em 2008.



8. Conseguirá Rafael Nadal travar a deterioração da sua condição física e consequente baixa no ranking?

1 (Sim)! Uma pergunta de resposta difícil. Rafael Nadal tem um jogo muito baseado na parte física. Não é uma arma exclusiva, ou estaria longe dos lugares de topo, mas é fundamental para o seu estilo de jogo, assente na grande capacidade defensiva. Ou está efectivamente com graves problemas físicos, ou então terá apenas mais uma época como qualquer outra neste capítulo e manter-se-á em lugares cimeiros. Chegará ao fim cansado, como qualquer outro, mas pronto para 2009.



9. Conseguirão os melhores tenistas mundiais lidar com a realização do torneio olímpico numa altura complicada do calendário?

1 (Sim)! Independentemente da tradição que tem no âmbito do ténis, um torneio olímpico é sempre uma competição que todos sonham ganhar. Nadal já apontou baterias para Pequim e Federer quererá certamente ganhar o torneio para completar ainda mais o seu recheado currículo. Djokovic jogará muito pelo orgulho em representar a sérvia e com muitos outros o mesmo se passará. Se isso vai prejudicar o resto da temporada? Não sei ao certo...mas penso que não. Para esse efeito, será apenas mais um torneio no calendário preenchido de cada um...



10. Conseguirão a húngara Agnes Szavay e o letão Ernests Gulbis ser as grandes surpresas da próxima época?

X (Talvez). Este resulta de um sim e de um não. Apesar dos primeiros resultados da época apontarem numa direcção oposta, creio que Gulbis não será ainda "a revelação" e que Szavay poderá fazer muitos estragos durante a época.
Penso que é inegável que o circuito masculino é bem mais exigente do ponto de vista da afirmação de jogadores novos e ainda faltará qualquer coisa a Gulbis para ter um época regular, entre os melhores; por outro lado, Szavay parece ter as condições reunidas para atingir, talvez, o top-10 do ranking feminino: ténis fácil, agressivo e consistente.


Se quiserem apresentar as vossas, terei muito gosto em publicá-las aqui. E, mais tarde, prestarei contas ao que hoje escrevi...


publicado por Morais às 14:06
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

Cuidado com ele...

Mesmo sabendo que, já em 2007, Andy Murray prometeu muito e depois, fruto de lesões no pulso e nas costas, acabou por frustrar algumas expectativas, arrisco dizer que, ou muito me engano, ou o britânico (escocês) vai ter um 2008 de grande nível (top-5? Porque não?).

Hoje, em Doha, Murray vergou o belga Olivier Rochus, por 6-0 e 6-2, dando mostras de muita maturidade e pura classe. Combinação explosiva.

E já que estamos numa onda de vaticínios, aproveito para discordar daqueles que afirmam que Ernests Gulbis ascenderá a lugares de topo na decorrer da presente época. Embora até simpatize com o letão e concorde que a facilidade do seu jogo é impressionante, creio que Gulbis tem ainda muito a aprender e maturidade a ganhar e que, por isso mesmo, não conseguirá sequer chegar ao top-20 do ranking mundial -é o actual 61º, tendo já figurado na 46ª posição. Cá estaremos para ver...

 

publicado por Morais às 18:41
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

A poll perdida

Votada ao esquecimento, a poll sobre "Quem vencerá a Corrida dos Campeões 2007?" permaneceu na página principal do blog durante cerca de 4 meses, tendo dado tempo a que 138 leitores votassem. O único senão foi mesmo o facto de ter estado cá cerca de um mês para além do dia em que tudo ficou decidido, isto é, o dia em que Roger Federer venceu a prova de Basileia, sua terra natal.

Ainda assim, pelo que me lembro, mesmo nessa altura já o suíço levava uma enorme vantagem (na votação) sobre os seus mais directos oponentes, Rafael Nadal e Novak Djokovic.

Aliás, desde o princípio se verificou essa tendência de voto, apesar de Rafael Nadal ter partido com ligeira vantagem e Djokovic muito prometer. Afinal, Federer é Federer. 

Com efeito, pese embora a excelente época que realizou, o Nadal voltou a fraquejar na recta final da temporada, não só por não ter a mesma fluidez de jogo em hardcourt, como também pelo facto de se ter desgastado em demasia na metade inicial (até Julho), revelando depois pouca disponibilidade física para os inúmeros e duros encontros que teve que realizar.

Assim, o espanhol acabou a época mais perto de Federer no ranking mundial, mas a cerca de 300 pontos do helvético na Corrida dos Campeões.

Quanto a Novak Djokovic, o sérvio esteve melhor que Nadal neste final de temporada, atingindo a final do US Open e vencendo o Masters Series de Montréal, mas acabou bem atrás do maiorquino no número de pontos conseguidos em 2007. Ainda assim, foi o segundo mais votado na poll e provou ser um valor em clara ascensão. Como será em 2008?

Entretanto, resolvi pôr uma nova questão a votação, para consultar a vossa opinião acerca do que analisei e comentei, a propósito do tão badalado "Confronto de Eras". Digam de vossa justiça!

 

publicado por Morais às 09:52
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Sábado, 20 de Outubro de 2007

Dinamarca perde referência

O dinamarquês Kenneth Carlsen, um dos melhores valores da história do ténis do seu país, pôs, aos 34 anos, um ponto final na sua bela carreira. Ao longo dos últimos 16 anos, Carlsen somou três títulos ATP individuais -Hong Kong'98, Tóquio'02 e Memphis'05-, tendo sido finalista noutros quatro e ainda em três eventos da variante de pares. O 41º posto mundial foi o melhor ranking da sua carreira.

 

Mais informações

 

publicado por Morais às 11:22
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Terça-feira, 25 de Setembro de 2007

A reviravolta de Szavay

Szavay triunfou em Beijing

Agnes Szavay sagrou-se, este Domingo, vencedora do torneio de Pequim, na China. Na final, frente à cabeça-de-série número um, Jelena Jankovic, a jogadora húngara operou uma sensacional reviravolta, quando perdia por 5-1 no segundo parcial, depois de ter sido derrotada no tie-break do inaugural. Os parciais finais de 6-7(7-9), 7-5 e 6-2 permitiram a Szavay somar, aos 18 anos, o segundo título da carreira (e do ano) e mais 275 pontos para um ranking mundial em que já ocupa a 20ª posição.

Quanto a Jankovic, terá de contentar-se com o facto de ter acabado, nas meias-finais do evento, com a impressionante série de vitórias da regressada Lindsay Davenport, mas deverá lamentar-se por esta derrota, impensável para uma jogadora de topo.

 

Quadro final Beijing'07

 

publicado por Morais às 19:17
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Domingo, 23 de Setembro de 2007

O fim de um sonho

Michelle esteve em excelente plano em terras americanas

ITF Albuquerque - 75000$

Meias-finais: Rosana de los Rios - Michelle Brito: 7-5, 3-6 e 7-5

Terminou, ontem, o sonho de Michelle Brito em terras americanas. No encontro relativo às meias-finais do 75000$ de Albuquerque, a portuguesa caiu frente à experiente paraguaia Rosana de los Rios, em três apertados parciais. Ainda assim, excelente a prestação de Michelle neste torneio, abrindo boas perspectivas para um futuro risonho, possivelmente já bem próximo.
Na próxima segunda-feira, a tenista lusa passará a figurar pela primeira vez no ranking mundial, entrando directamente para a 365ª posição, o que faz dela a mais nova das nascidas de 1992 em diante e a terceira melhor portuguesa na hierarquia feminina.

publicado por Morais às 03:16
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007

Rui Machado de regresso à melhor forma

Rui Machado deixou bons indicadores

O português Rui Machado, que esteve ausente do circuito mundial durante cerca de um ano, a contas com uma lesão no tendão rotuliano, mostrou estar de regresso à forma que fez dele um top-300 da hierarquia ATP.

Esta semana, no 50000$ de Cherkassy, na Ucrânia, o tenista luso fez-se valer do seu ranking protegido para garantir entrada no quadro e conseguiu depois ultrapassar uma ronda, derrotando o uzbeque Farrukh Dustov, 230º jogador mundial. No entanto, Rui Machado já não foi capaz de aceder aos quartos-de-final do evento, sucumbindo ao poderio do russo Alexandre Kudryavtsev. Ainda assim, os parciais de 6-7(5-7), 6-3 e 6-4 deixam bons indicadores sobre a forma do português e conferem-lhe um alento extra não só para o campeonato nacional que se avizinha, como também para futuras provas pontuáveis para um ranking ATP em que pretenderá, certamente, subir muito nos próximos meses.

 

Quadro Cherkassy'07

 

publicado por Morais às 01:46
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