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Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008

Análise das polls - Vencedores do Open da Austrália

 

 

Com algum atraso, apresento, abaixo, os resultados das votações realizadas sobre os possíveis vencedores das provas masculina e feminina do Open da Austrália.

 

 

 

 

O primeiro facto a merecer destaque é, sem dúvida, o igual número de votos nas duas polls. Depois do ocorrido aquando do US Open do ano passado, procurei seguir a sugestão de uma leitora atenta (no mesmo post) e alterei a ordem das votações, pondo por cima a relativa ao torneio feminino. O resultado está à vista, atestando a excelência da observação feita. Obrigado.

 

Começando pelo resultado da votação referente ao torneio masculino, é de destacar a natural elevada percentagem dos votos recolhidos por Roger Federer. O suíço era, sem dúvida, o grande favorito à vitória final, mas acabou por não estar à altura de um Novak Djokovic em grande forma. O sérvio não era, de todo, a minha aposta, até porque assinou exibições pouco convincentes durante a Hopman Cup, mas, com o decorrer da prova, cedo se percebeu que poderia constituir uma séria ameaça às pretensões de, sobretudo, Federer e Nadal. Assim foi.

Por último, uma nota para Nadal: o espanhol foi travado, nas meias-finais, por um Jo-Wilfried Tsonga em estado de graça, mas é de saudar a sua constante progressão em terras australianas. Superou a sua melhor performance (quartos-de-final, em 2007) e isso, conjugado com o retrocesso de Roger Federer, permitiu-lhe aproximar-se do suíço no ranking mundial e animar uma luta que nunca existiu verdadeiramente.

 

Passando à votação feminina, registe-se um fenómeno semelhante ao ocorrido com a masculina: a percentagem dos votos de Justine Henin. Também a belga era clara favorita à vitória final, mas acabou por ser Maria Sharapova a arrebatar o ceptro.

A russa ficou de fora do leque de opções, enquadrando-se na opção "Outra". Terão sido por/para ela todos os 15 votos? Nunca saberemos. Ainda assim, suspeito que sim. Lamentável o esquecimento, porque foi isso mesmo: esquecimento. À semelhança do que aconteceu com Andy Murray, mas mais grave, porque o escocês perdeu logo de entrada.

É certo que Sharapova talvez não fosse a mais séria candidata ao título, até pelo dificílimo quadro que tinha, mas o seu nome nunca deveria ter sido excluído da lista. E a prova está aí.

Por fim, dizer que Ana Ivanovic terá sido, muito provavelmente (mais uma vez, não se sabe quantos votos teve Sharapova), a terceira mais votada, o que atesta a subida de valor da jovem sérvia. Acabou por perder a sua segunda final do Grand Slam, é certo, mas quer-me parecer que a teremos noutras, a muito curto prazo. Vai uma aposta?

 

publicado por Morais às 09:18
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

Fotos Open da Austrália


Aproveitando uma selecção de fotos diárias feita pelo jornal Marca, escolhi algumas que retratam momentos vividos durante este Open da Austrália, no que concerne ao quadro masculino deste primeiro Grand Slam da temporada.



O assustador Andy Murray faz esta linda figura quase sempre que executa um golpe de serviço.



Marat Safin parece executar um golpe de magia. Onde está o braço do russo?



Sempre muito expressivo, o cipriota Marcos Baghdatis tem lugar cativo numa selecção de fotos de qualquer evento.



Mesmo com o sol a incomodar, não houve quem quisesse perder pitada. Este ano, bateu-se novamente o recorde de afluência de público, com cerca de 600 mil pessoas a passarem pelos courts do Melbourne Park.



Youzhny numa grande demonstração de agilidade. O russo só foi parado pelo francês Tsonga, em encontro dos quartos-de-final.



A famosa resposta de Novak Djokovic fez muita mossa ao longo do torneio. Que o diga Roger Federer...



Finalista na edição transacta, Gonzalez teve sempre muito público a apoiá-lo nas bancadas, mas não foi capaz de passar da terceira ronda este ano.



Onde é que ela anda? Roger Federer pareceu um pouco perdido neste Open da Austrália, caindo nas meias-finais 11 torneios do Grand Slam depois...(perdera com Rafael Nadal nessa fase, em Roland Garros'05)



Luís Horna brinca com a raquete. O peruano passou ao lado deste torneio.



Jo-Wilfried Tsonga foi o grande animador do evento. A empatia criada com o público ajudou a catapultá-lo para a final, mas, num dia de menor inspiração, foi domado por Novak Djokovic.



Andy Roddick depositava grandes esperanças neste primeiro Grand Slam de 2008. No entanto, o norte-americano não foi capaz de ultrapassar Philipp Kohlschreiber, dando largas à sua frustração.



Roger Federer ao serviço, perante o olhar atento do público presente na Rod Laver Arena.



Marcos Baghdatis foi embora mais cedo do que o previsto. O cipriota caiu às mãos de Lleyton Hewitt, o favorito da casa.



Nada nem niguém escapa às imitações de Djokovic...



A garra de Rafael Nadal não foi suficente para conquistar o torneio. Naquele dia, era quase impossível alguém vencer Tsonga. Ainda assim, o maiorquino aproximou-se de Federer na luta pelo poleiro do circuito ATP.



James Blake e a sua famosa esquerda. O norte-americano igualou a sua melhor marca em torneios do Grand Slam, mas, após 24 disputados, continua sem atingir uma única meia-final.



Novak Djokovic na celebração da vitória sobre Roger Federer, perante o efusivo público sérvio. Esse encontro escancarou-lhe a porta para a conquista do seu primeiro título do Grand Slam.



Mikhail Youzhny e a habitual saudação após cada vitória.



Novak Djokovic foi a estrela da companhia. O sérvio ergueu o troféu com um sorriso estampado no rosto.



A família Djokovic uniu-se em prol do filho mais velho. Marko e Giorgio, mais novos, conseguirão imitar "Nole" num futuro próximo?

publicado por Morais às 18:51
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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

Anima-se a luta

Ranking ATP

1º Roger Federer    - 6630
2º Rafael Nadal       - 5980 (-650)
3º Novak Djokovic   - 5165 (-1465)

Pontos a defender até 31.03

Federer   - 380
Nadal      - 700
Djokovic  - 1035

Apesar de Federer ter mais pontos a defender até finais de Fevereiro, depois em Março tem um mês "tranquilo", em virtude das derrotas averbadas frente a Guillermo Cañas nas edições de 2007 dos Masters Series de Miami e Indian Wells.
O suíço continua assim em posição privilegiada para se manter no comando da hierarquia mundial, mas há muito não se viam diferenças tão reduzidas entre os três primeiros.

publicado por Morais às 15:02
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Open da Austrália - foto do dia 11




Inacreditável!  Apenas no antepenúltimo dia de prova aqui aparece Jo-Wilfried Tsonga. O francês tem sido o "showman" deste Open da Austrália e hoje voltou a surpreender, ao bater Rafael Nadal com enorme facilidade: 6-2, 6-3 e 6-2.
Aos 22 anos, Tsonga está a relançar uma carreira na sua fase inicial afectada por lesões e, não obstante o quadro difícil que tinha à partida, está já na final deste primeiro Grand Slam da temporada, tendo eliminado pelo caminho jogadores como Andy Murray, Mikhail Youzhny, Richard Gasquet e agora Rafael Nadal. Quem será o próximo?


publicado por Morais às 13:51
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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2008

Selecção de 2007


O site espanhol do ATP Tour fez uma selecção das melhores capturas de 2007. Pois bem, resolvi fazer também eu uma nova selecção de fotos a partir dessa selecção inicial e disponibilizá-las aqui, para que todos se possam rir e recordar...

Baghdatis, o brincalhão

Federer - Passo de dança na Masters Cup Xangai'07

Gonzalez, o furacão - Masters Cup Xangai'07

Djokovic - Montagem James Bond

Djokovic no dramático jogo com Baghdatis - Wimbledon'07

Djokovic e Zimonjic - confusão no par da Taça Davis

Roger Federer à sombra

Fúria de Gaudio

Grosjean - Open da Austrália'07

Nadal em Paris

Nadal - Wimbledon'07

Mahut pelos ares - Queen's

Ferrer - Masters Cup Xangai'07

Juan Ignacio Chela - estranho gesto em Viña del Mar

US Open à noite

publicado por Morais às 18:53
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Open da Austrália já em andamento


Imagem da renovada Rod Laver Arena, palco principal deste tornsio do Grand Slam

Começou há já alguns minutos o Open da Austrália, primeira prova do Grand Slam da temporada de 2008. Este ano com a imagem renovada, graças à mudança de piso e respectiva cor (para Plexicushion azul), e com os quadros mais fortes dos últimos anos, a prova promete ser mais emotiva e espectacular ainda. É grande a expectativa em torno da forma que apresentarão os tenistas de topo que agoram retomam a actividade e do aparecimento de alguma cara nova, potencial revelação da temporada corrente. Na prova masculina, Roger Federer é o crónico grande candidato a um título que defende, mas a concorrência é muito forte e a sua metade de quadro -inclui Djokovic, Nalbandian, Baghdatis, Berdych, Safin e Hewitt, entre outros- bem mais complicada que a do espanhol Rafael Nadal -inclui Murray, Davydenko e Roddick-, também ele favorito ao triunfo neste evento australiano. Uma questão interessante reside no facto de, pela primeira vez, Nadal poder terminar uma prova como número um mundial, dado que o suíço, líder da hierarquia masculina, defende 1000 pontos neste evento e o maiorquino apenas 250, sendo que a diferença pontual entre ambos no ranking se cifra nos 1400 pontos. Improvável, mas possível. Já na prova feminina, apesar de ser Serena Williams a detentora do título, todas as atenções estarão centradas na belga Justine Henin, ausente na edição transacta. A belga é líder incontestada do ranking feminino e, sem dúvida, a que melhores atributos apresenta para atingir a vitória final. No entanto, terá de estar muito atenta, não só a Serena como também à sua irmã Venus e, entre outras, às russas Maria Sharapova e Svetlana Kuznetsova, à regressada Lindsay Davenport (perdeu apenas um dos 17 encontros que disputou depois de ser mãe) ou às sérvias Ana Ivanovic e Jelena Jankovic. Muito e bom ténis em perspectiva para as próximas duas semanas deste evento de categoria máxima, que oferece mais de 12 milhões de euros em prémios monetários, repartidos equitativamente pelos torneios masculino e feminino.

p.s.: artigo publicada no site Livre Indirecto

publicado por Morais às 01:15
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2008

Quadros do Open da Austrália disponíveis

Estão já disponíveis no site Bolamarela os quadros masculino e feminino do Open da Austrália, primeiro torneio do Grand Slam da presente temporada.

 

Quadro masculino

Quadro feminino

 

Jogos em destaque

 

Masculinos

 

Roger Federer (1) - Diego Hartfield

Rafael Nadal (2) - qualifier

Novak Djokovic (3) - Benjamin Becker

Nikolay Davydenko (4) - Michael Llodra

Jo-Wilfried Tsonga - Andy Murray (9)

Ernests Gulbis - Marat Safin

Thomas Johansson - Marcos Baghdatis (15)

Nicolas Kiefer - Juan Carlos Ferrero (22)


Femininos

 

Justine Henin (1) - Aiko Nakamura

Svetlana Kuznetsova (2) - Nathalie Dechy

Jelena Jankovic (3) - Tamira Paszek

Ana Ivanovic (4) - Sorana Cirstea

Nicole Vaidisova - Ioana Raluca Olaru

Lindsay Davenport - Sara Errani

 

publicado por Morais às 09:53
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Youzhny "cilindra" Nadal; Llodra "abate" Nieminen


Youzhny esteve imperial na vitória sobre um debilitado Nadal Llodra surpreendeu tudo e todos, ao vencer em Adelaide

Chennai Open'08: Mikhail Youzhny v. Rafael Nadal: 6-0 e 6-1

Adelaide International'08: Michael Llodra v. Jarkko Nieminen: 6-3 e 6-4

publicado por Morais às 18:12
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

Ainda agora começou...


Moya congratula Nadal no final do épico duelo que hoje disputaram, em Chennai

E já tivemos a oportunidade de assistir a um duelo épico! Fantástica a partida que opôs os espanhóis e conterrâneos Carlos Moya e Rafael Nadal e que terminou com a vitória do segundo, por 6-7(3), 7-6(8) e 7-6(1), nas meias-finais do torneio de Chennai. Um daqueles encontros que tanto apreciamos: muito bem jogado de parte a parte, com muito público a assistir e com emoção a rodos.


Factos relevantes da partida

- A duração deste encontro (3:54h) iguala a anterior marca máxima para uma partida à melhor de três sets. Também Andrei Cherkasov e Andrea Gaudenzi jogaram durante igual período de tempo, em Tel Aviv'93, numa partida vencida por Cherkasov, por 6-7(6), 7-6(2) e 7-5.
Curiosamente, nenhum destes encontros se disputou em terra-batida, a superfície onde geralmente as "batalhas" se prolongam por mais tempo.

- Nadal converteu apenas 2 dos 17 break-points de que dispôs, ao passo que Moya lhe conseguiu quebrar o serviço nos dois jogos em que teve oportunidades para tal (com aproveitamento de 50%);

- Nadal salvou quatro match-points, todos no tie-break da segunda partida e, mais tarde, ainda se viu a braços com uma desvantagem de 3-5 na "negra";

- Moya viu quebrada a sua impressionante série de 17 tie-breaks vencidos consecutivamente numa partida decisiva. A proeza começou a ser "construída" no encontro que o opôs ao argentino Agustin Calleri, em Viena'02 (vitória por 6-3, 2-6 e 7-6(7)) e terminou com a vitória  (3-6, 7-5 e 7-6(6)) sobre Tomas Berdych, em Hamburgo'07. Uma marca que perdurará, certamente, por bastante tempo mais.


publicado por Morais às 01:30
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

Previsões para 2008


Foto joaolagossports.com

Na sequência do artigo publicado no "Jornal do Ténis", da autoria de Miguel Seabra, do qual tomei conhecimento através do fórum LusoTénis, decidi-me a responder também eu às perguntas feitas no "Tototénis 2008" -como o designa o autor-, que abordam algumas das grandes questões para a temporada tenística de 2008. Então, cá vai...


1. Conseguirão o país e a imprensa generalista aperceber-se realmente da importância da presença no Estoril Open de Roger Federer, uma lenda viva do desporto que já está à altura de mitos como Michael Jordan, Muhammed Ali ou Pelé?

1 (Sim)! Se há coisa que não falta ao país e à imprensa é entusiasmo por ocasião destes grandes eventos. É certo que estamos a falar de ténis e não de futebol, mas, se bem me recordo, nem o país nem a imprensa generalista passaram ao lado da Masters Cup de 2000, sendo que as pessoas acorreram em grande número ao Pavilhão Atlântico e a imprensa escrita dedicou várias páginas a cada dia do torneio.



2. Conseguirá ser gerida da melhor maneira a complicada sobreposição da eliminatória da Taça Davis face à Tunísia e o qualifying do Estoril Open?

2 (Não)! De maneira alguma isto poderá terminar como todos querem. A eliminatória da Taça Davis é muito importante e, certamente, prioritária, mas tenistas como Leonardo Tavares e Rui Machado vão, provavelmente, ficar de fora da próxima edição do Estoril Open, por não existirem wild-cards para todos.



3. Conseguirá a Federação Portuguesa de Ténis eleger um novo Director Técnico Nacional que seja mais unânime e menos polémico do que o anterior?

1 (Sim)! Independentemente das escolhas feitas, não é difícil ser menos polémico e mais unânime que Paulo Lucas, que, enquanto ocupou o cargo de DTN, esteve envolvido em assuntos que em nada prestigiam o ténis nacional.



4. Conseguirá Leonardo Tavares finalmente registar resultados dinos do seu potencial e juntar-se a Frederico Gil no top 200?

2 (Não)! Ao top-200 não me parece que Leonardo possa chegar. Tem potencial tenístico, sem dúvida, mas precisa de alguma estabilidade emocional e que as lesões não o afectem tanto como até agora. Talvez possa chegar ao top-300, mas sem se aproximar dos 200 primeiros postos do ranking. Espero enganar-me redondamente.



5. Conseguirão Michelle Brito e Gastão Elias manter o trajecto ancensional na transição em full-time para o circuito profissional?

X (Talvez). Depende aqui dos objectivos a que se propuserem e das expectativas que se criarem em torno deles. Serão certamente altos, mas há que ter em conta que, nesta primeira época mais a sério (a tempo inteiro), as dificuldades vão ser grandes. Exigência sim, mas com moderação.



6. Conseguirá Roger Federer ganhar finalmente Roland Garros e bater o recorde de títulos do Grand Slam?

X (Talvez). Começando por Roland Garros, é óbvio que tal dependerá do percurso de Nadal, o único rival a uma altura manifestamente superior em pisos de terra batida. Se este estiver efectivamente lesionado -como anunciou o seu tio- e não lhe correr de feição a temporada no pó-de-tijolo, então, Federer poderá ter uma chance. Caso contrário, duvido mesmo muito.
Em relação ao recorde de Pete Sampras em títulos do Grand Slam, estou em crer que igualará o mesmo, sem contudo, por ora, conseguir superá-lo. Na sequência do que antes disse, Roland Garros deve ser para Nadal e acredito numa surpresa em qualquer um dos outros três.



7. Conseguirá Justine Hénin tornar-se na tenista com mais títulos do Grand Slam em actividade?

1 (Sim)! Creio que só uma lesão ou uma época desastrosa poderão impedir Henin de bater o recorde de 8 títulos do Grand Slam que é pertença de Serena Williams (Henin tem 7). A belga é tão mais superior e versátil que as demais que dificilmente muitas lhe baterão o pé em 2008.



8. Conseguirá Rafael Nadal travar a deterioração da sua condição física e consequente baixa no ranking?

1 (Sim)! Uma pergunta de resposta difícil. Rafael Nadal tem um jogo muito baseado na parte física. Não é uma arma exclusiva, ou estaria longe dos lugares de topo, mas é fundamental para o seu estilo de jogo, assente na grande capacidade defensiva. Ou está efectivamente com graves problemas físicos, ou então terá apenas mais uma época como qualquer outra neste capítulo e manter-se-á em lugares cimeiros. Chegará ao fim cansado, como qualquer outro, mas pronto para 2009.



9. Conseguirão os melhores tenistas mundiais lidar com a realização do torneio olímpico numa altura complicada do calendário?

1 (Sim)! Independentemente da tradição que tem no âmbito do ténis, um torneio olímpico é sempre uma competição que todos sonham ganhar. Nadal já apontou baterias para Pequim e Federer quererá certamente ganhar o torneio para completar ainda mais o seu recheado currículo. Djokovic jogará muito pelo orgulho em representar a sérvia e com muitos outros o mesmo se passará. Se isso vai prejudicar o resto da temporada? Não sei ao certo...mas penso que não. Para esse efeito, será apenas mais um torneio no calendário preenchido de cada um...



10. Conseguirão a húngara Agnes Szavay e o letão Ernests Gulbis ser as grandes surpresas da próxima época?

X (Talvez). Este resulta de um sim e de um não. Apesar dos primeiros resultados da época apontarem numa direcção oposta, creio que Gulbis não será ainda "a revelação" e que Szavay poderá fazer muitos estragos durante a época.
Penso que é inegável que o circuito masculino é bem mais exigente do ponto de vista da afirmação de jogadores novos e ainda faltará qualquer coisa a Gulbis para ter um época regular, entre os melhores; por outro lado, Szavay parece ter as condições reunidas para atingir, talvez, o top-10 do ranking feminino: ténis fácil, agressivo e consistente.


Se quiserem apresentar as vossas, terei muito gosto em publicá-las aqui. E, mais tarde, prestarei contas ao que hoje escrevi...


publicado por Morais às 14:06
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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007

ATP & WTA by numbers

 


Continuando com os dados estatísticos referentes a 2007, achei interessante adaptar e publicar estes números, divulgados no site Tennis Corner.


1º e 2º cabeças-de-série na final (6)

 

Marcos Baghdatis[2] v. Ivan Ljubicic[1] - 7-6(4), 4-6 e 6-4 (Zagreb)

Tommy Haas[2] v. Andy Roddick[1] - 6-3 e 6-2 (Memphis)

Rafael Nadal[2] v. Roger Federer[1] - 6-4 e 6-4 (Monte Carlo)

Roger Federer[1] v. Rafael Nadal[2] - 2-6, 6-2 e 6-0 (Hamburg)

Rafael Nadal[2] v. Roger Federer[1] - 6-3, 4-6, 6-3 e 6-4 (Roland Garros)

Roger Federer[1] v. R.Nadal[2] - 7-6(7), 4-6, 7-6(3), 2-6 e 6-2 (Wimbledon)

 

Finais sem cabeças-de-série (5)

 

Juan Monaco v. Alessio Di Mauro - 6-1 e 6-2 (Buenos Aires)

Ivo Karlovic v. Mariano Zabaleta - 6-4 e 6-1 (Houston)

Juan Monaco v. Gael Monfils - 7-6(3) e 6-3 (Poertschach)

Steve Darcis v. Werner Eschauer - 6-1 e 7-6(1) (Amersfoort)

Sebastien Grosjean v. Marc Gicquel - 7-6(5) e 6-4 (Lyon)

 

Finais entre compatriotas (6)

 

David Ferrer (ESP) v. Tommy Robredo (ESP) - 6-4 e 6-2 (Auckland)

David Ferrer (ESP) v. Nicolas Almagro (ESP) - 6-1 e 6-2 (Bastad)

Fabrice Santoro (FRA) v. Nicolas Mahut (FRA) - 6-4 e 6-4 (Newport)

Andy Roddick (USA) v. John Isner (USA) - 6-4 e 7-6(4) (Washington)

James Blake (USA) v. Mardy Fish (USA) - 7-5 e 6-4 (New Haven)

Sebastien Grosjean (FRA) v. Marc Gicquel (FRA) - 7-6(5) e 6-4 (Lyon)

 

Final mais "jovem"

 

Novak Djokovic (19) v. Richard Gasquet (20) - 7-6(7), 0-6 e 6-1 (Estoril)

 

Final mais "velha"

 

Carlos Moya (30) v. Andrei Pavel (33) - 6-4 e 6-2 (Umag)

 

Vencedores por idades

19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 34
4 7 6 3 4 6 12 9 5 6 2 1 1

 

Vencedor mais jovem

 

Novak Djokovic (22 de Maio de 1987) - 19 anos, 7 meses e 16 dias (Adelaide)

 

Vencedor mais velho

 

Fabrice Santoro (9 de Dezembro de 1972) - 34 anos, 7 meses e 7 dias (Newport)

 

Finalistas em singulares e pares no mesmo torneio

  • Xavier Malisse arrebatou os troféus de singulares e pares (c/Dick Norman) em Chenai
  • Novak Djokovic venceu em singulares e foi finalista em pares (c/Radek Stepanek) em Adelaide
  • Xavier Malisse venceu em singulares e pares (c/Hugo Armando)em Delray Beach
  • Rafael Nadal ganhou o evento de singulares e foi finalista em pares (c/Bartolomé Salva-Vidal) em Barcelona
  • Philipp Kohlschreiber fez a "dobradinha" em Munique (c/Mikhail Youzhny)
  • Mikhail Youzhny atingiu a final de singulares e venceu o título de pares (c/Philipp Kohlschreiber) em Munique
  • Potito Starace chegou à final de singulares e venceu em pares (c/Luis Horna) em Kitzbühel
  • Sebastien Grosjean venceu quer em singulares, quer em pares (c/Jo-Wilfried Tsonga) em Lyon

Jogador com ranking mais baixo a vencer um título ATP

 

Steve Darcis (nº297 - Amersfoort)

 

Estrearam-se a vencer... (5)

 

Gilles Simon (FRA) - 22 - Marselha

Juan Monaco (ARG) - 22 - Buenos Aires

Ivo Karlovic (CRO) - 28 - Houston

Philipp Kohlschreiber (GER) - 23 - Munique

Steve Darcis (BEL) - 23 - Amersfoort


Convidados que venceram torneios (1)


Guillermo Cañas (ARG) - 29 - Costa do Sauípe


Qualifiers vencedores de torneios (1)


Steve Darcis (BEL) - 23 - Amersfoort


Tenistas mais vezes qualificados para o Quadro Principal


Alejandro Falla (COL) - 8 vezes - SF Lyon (Melhor resultado)

Teimuraz Gabashvili (RUS) - 8 vezes - QF Memphis

Marin Cilic (CRO) - 6 vezes - SF S.Petersburgo

Paul Capdeville (CHI) - 5 vezes - RR Las Vegas

Dusan Vemic (SRB) - 5 vezes - 2ª ronda Houston

Andreas Seppi (ITA) - 5 vezes - 2ª ronda Indian Wells, Monte Carlo e Paris

Weslie Moodie (RSA) - 4 vezes - 2ª ronda Indian Wells

Alexander Waske (GER) - 4 vezes - 1ª ronda Australian Open, US Open

Oscar Hernandez (ESP) - 4 vezes - RR Viña del Mar

Pablo Andujar (ESP) - 4 vezes - 3ª ronda Barcelona

Andrei Pavel (ROM) - 4 vezes - 2ª ronda US Open

Viktor Troicki (SRB) - 4 vezes - SF Umag

Boris Pashanski (SRB) - 4 vezes - 3ª ronda Barcelona

Christophe Rochus (BEL) - 4 vezes - 2ª ronda Kitzbühel

20 qualificaram-se 3 vezes

53 qualificaram-se 2 vezes

108 qualificaram-se uma vez


Defenderam os seus títulos com sucesso... (14)


Nicolas Almagro - 1 - Valência

James Blake - 1 - New Haven

Nikolay Davydenko - 1 - Moscovo

Roger Federer - 5 - AUS Open, Wimbledon, US Open, Basileia e Xangai

Tommy Haas - 1 - Memphis

Andy Murray - 1 - San Jose

Rafael Nadal - 4 - Monte Carlo, Barcelona, Roma, Roland Garros


Semi-finais com os 4 primeiros cabeças-de-série


Memphis - Andy Roddick[1], Tommy Haas[2], Andy Murray[3], Mardy Fish[4]

Menor nº de jogos perdidos num torneio

20 - Richard Gasquet  (Mumbai)

Vencedores de torneios que não perderam um set (16)

Roger Federer - 21 ganhos - Australian Open
Luis Horna - 10 - Viña del Mar
Guillermo Cañas - 10 - Costa do Sauípe
Gilles Simon - 10 - Marselha
Tommy Haas - 10 - Memphis
Rafael Nadal - 12 - Indian Wells
Novak Djokovic - 13 - Miami
Ivo Karlovic - 8 - Houston
Rafael Nadal - 10 - Monte Carlo
Rafael Nadal - 10 - Barcelona
Tomas Berdych - 8 - Halle
Rafael Nadal - 10 - Estugarda
Carlos Moya - 10 - Umag
Richard Gasquet - 10 - Mumbai
David Ferrer - 10 - Tóquio
Nikolay Davydenko - 10 - Moscovo

Encontro com maior número de jogos (72 - Australian Open 2ª ronda)

Lukas Dlouhy v. Teimuraz Gabashvili - 6-3, 6-1, 6-7(5), 6-7(5), 16-14

Tie-break mais longo (38 pontos - Australian Open 2ª ronda)

Andy Roddick v. Jo-Wilfried Tsonga - 6-7(18), 7-6(2), 6-3, 6-3

Vitórias consecutivas

Roger Federer - 41
Rafael Nadal - 19
Roger Federer - 18
Steve Darcis - 12
Roger Federer - 11
Roger Federer - 11
Tommy Haas - 10
Novak Djokovic - 10

"Bicicletas" (Vitórias por 6-0, 6-0)


Jarkko Nieminen v. Evgueni Korolev - Miami 2ª ronda
David Ferrer v. Paul Goldstein - Barcelona 2ª ronda

Deixo também aqui o link para os últimos dados estatísticos fornecidos pelo site do ATP Tour, já em finais de Setembro de 2007.


E, dado que para apresentar-vos os dados acima tive de escrevê-los quase um por um, forneço apenas o link para os referentes ao WTA Tour. Sem ter tido oportunidade de lê-los com tanta atenção, desde logo me saltou à vista a gritante discrepância entre a quantidade de "bicicletas" aplicadas nos circuitos masculino e feminino (muito maior neste), relativo indicador da diferença de qualidade entre muitas das tenistas que compõem o circuito WTA.

publicado por Morais às 11:48
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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

A poll perdida

Votada ao esquecimento, a poll sobre "Quem vencerá a Corrida dos Campeões 2007?" permaneceu na página principal do blog durante cerca de 4 meses, tendo dado tempo a que 138 leitores votassem. O único senão foi mesmo o facto de ter estado cá cerca de um mês para além do dia em que tudo ficou decidido, isto é, o dia em que Roger Federer venceu a prova de Basileia, sua terra natal.

Ainda assim, pelo que me lembro, mesmo nessa altura já o suíço levava uma enorme vantagem (na votação) sobre os seus mais directos oponentes, Rafael Nadal e Novak Djokovic.

Aliás, desde o princípio se verificou essa tendência de voto, apesar de Rafael Nadal ter partido com ligeira vantagem e Djokovic muito prometer. Afinal, Federer é Federer. 

Com efeito, pese embora a excelente época que realizou, o Nadal voltou a fraquejar na recta final da temporada, não só por não ter a mesma fluidez de jogo em hardcourt, como também pelo facto de se ter desgastado em demasia na metade inicial (até Julho), revelando depois pouca disponibilidade física para os inúmeros e duros encontros que teve que realizar.

Assim, o espanhol acabou a época mais perto de Federer no ranking mundial, mas a cerca de 300 pontos do helvético na Corrida dos Campeões.

Quanto a Novak Djokovic, o sérvio esteve melhor que Nadal neste final de temporada, atingindo a final do US Open e vencendo o Masters Series de Montréal, mas acabou bem atrás do maiorquino no número de pontos conseguidos em 2007. Ainda assim, foi o segundo mais votado na poll e provou ser um valor em clara ascensão. Como será em 2008?

Entretanto, resolvi pôr uma nova questão a votação, para consultar a vossa opinião acerca do que analisei e comentei, a propósito do tão badalado "Confronto de Eras". Digam de vossa justiça!

 

publicado por Morais às 09:52
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