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Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Gastão Elias venceu Eddie Herr International

Gatão Elias espalhou categoria pelos courts da Academia IMG/Bollettieri, na qual se encontra a treinar

O jovem português Gastão Elias venceu o Eddie Herr International, um dos mais importantes torneios do circuito mundial júnior, disputado na Academia IMG/Nick Bollettieri.

Décimo segundo cabeça-de-série à partida, o português demonstrou uma forma impressionante, apenas sentindo dificuldades na segunda ronda e vencendo as últimas três (das 6 disputadas) com grande autoridade.

Certo que apenas defrontou um cabeça-de-série pelo caminho (Rhyne Williams, que o vencera no US Open), mas as convincentes vitórias sobre quatro norte-americanos em ascensão, a jogar em casa, são elucidativas do valor do tenista da Lourinhã, que ascendeu, assim, à 13ª posição de um ranking mundial em que passará, quase garantidamente, a figurar no 4º posto já em Janeiro.

 

Quadro final Eddie Herr

 

publicado por Morais às 09:36
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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2007

Open da Austrália de cara lavada

Vista exterior da Vodafone Arena, um dos palcos principais do evento australiano

Com o aproximar da nova época, começam já a surgir novidades sobre a mais importante prova disputada nos primeiros meses do calendário tenístico: o Open da Austrália.

Primeiro, veio o anúncio duma nova "política de calor" para fazer frente às altas temperaturas do Verão australiano. Agora mais justas, as novas regras permitem que um jogo já iniciado seja interrompido no final do set em curso, caso os termómetros ascendam aos 40ºC ou mais.

Recorde-se que, em anos anteriores, todos os jogados iniciados com temperaturas inferiores a 40ºC teriam de ser terminados, independentemente destas subirem, por exemplo, aos 50ºC, o que motivou fortes e justificados protestos por parte de jogadores e jogadoras.

Será este o aspecto dos novos courts de Melbourne Park

Depois, foi também anunciada uma mudança no visual do torneio. Os 31 courts do Melbourne Park viram o seu piso alterado para uma nova superfície, Plexicushion, que substituirá a habitual Rebound Ace e assumirá uma nova cor azul.

Ao que dizem, este novo piso (tipo acrílico) garante uma menor retenção de calor e uma velocidade de bola muito semelhante ao seu antecessor, pelo que os jogadores só terão a beneficiar com a alteração. 

Resta aguardar para ver, já a partir do próximo dia 14 de Janeiro.

 

publicado por Morais às 23:10
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Michelle no JB Group Classic

Para não variar, a portuguesa Michelle Brito volta a andar nas bocas do mundo. Desta feita, a tenista lusa foi convidada para participar na edição de 2008 do JB Group Classic (ex-"Watsons Water Champions Challenge"), um dos mais prestigiados eventos de exibição do mundo.

Michelle desempenhará o papel de embaixadora do ténis e disputará "apenas" o quadro de pares (a não ser que haja uma desistência!), na companhia da russa Elena Dementieva, 11ª melhor jogadora mundial, substituindo Maria Sharapova, presente apenas em singulares.

O evento contará, então, com a presença de Ana Ivanovic (nº4 mundial), Maria Sharapova (nº5), Anna Chakvetadze (nº6), Venus Williams (nº8), Daniela Hantuchova (nº9), Elena Dementieva, Shuai Peng (nº45), Caroline Wozniacki (nº61) e Michelle Brito (nº292), um elenco de luxo para um evento deste tipo.

As oito jogadoras irão competir num quadro de 8, por eliminatórias. As vencedoras de cada um dos encontros dos quartos-de-final passarão a pertencer ao "Gold Group", sendo que as derrotadas continuam também em prova, mas no "Silver Group". Em ambos os grupos realizar-se-ão três partidas, sempre no esquema de eliminatórias: duas semi-finais e uma final, das quais resultará uma vencedora. Na edição transacta, a retirada Kim Clijsters venceu o "Gold Group", ao passo que Caroline Wozniacki, também presente este ano, arrecadou o troféu no "Silver Group".

A prova decorrerá entre os dias 2 e 5 de Janeiro do próximo ano, no Victoria Park Tennis Stadium, em Hong Kong.

 

Quadros JB Group Classic 2008

 

publicado por Morais às 15:37
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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

EUA conquistam "saladeira"

Sem espinhas. Assim pode caracterizar-se a vitória norte-americana na edição de 2007 da mais importante competição por equipas do ténis mundial.
Menos equilibrada e emotiva do que o esperado, a final da Taça Davis, disputada em Portland, revelou-se um autêntico passeio para os estado-unidenses. Claramente mais adaptados ao piso do Memorial Coliseum, os jogadores da equipa da casa tiraram grande partido desse factor, aliado ao apoio incondicional do seu público, para bater, por claros 4-1, uma selecção russa desfalcada pelas ausências de Marat Safin e Nikolay Davydenko (nos singulares).
Com efeito, a estratégia adoptada por Shamil Tarpischev pode ter resultado em Moscovo, na época transacta (os russos bateram os americanos por 3-1), mas fracassou completamente este ano. Dmitry Tursunov, lançado para o embate com Andy Roddick, esteve muito desastrado, permitindo a conquista fácil do primeiro e importante ponto da final para os EUA.
Para agravar ainda mais a situação, no segundo singular, Mikhail Youzhny apanhou pela frente um inspirado James Blake e, pese embora a excelente réplica, acabou também por sucumbir em quatro parciais -6-3, 7-6(4), 6-7(3) e 7-6(3)-, num jogo de emoções fortes.
Desta forma, ao cabo do primeiro dia, o seleccionador russo deve ter regressado ao hotel a mal-dizer as suas opções e a rezar pelo milagre da reviravolta.
Contudo, no segundo dia haveria de ficar mesmo tudo resolvido. O estranho par Andreev/Davydenko não foi capaz de incomodar os incontestados líderes do ranking mundial da especialidade, os irmãos Bryan, perdendo por 7-6(4), 6-4 e 6-2 e permitindo que a última jornada fosse apenas de consagração para os norte-americanos.
Trigésima segunda "saladeira" da história dos EUA, mas apenas a primeira desde 1995, curiosamente também conquistada frente à Rússia, num ano em que pontificavam na equipa grandes nomes como Andre Agassi, Pete Sampras, Jim Courier e Todd Martin.

 

p.s.: artigo retirado do site Livre Indirecto.

 

publicado por Morais às 23:40
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Ainda os duelos Federer-Sampras...

A propósito dos três duelos de exibição entre Roger Federer e Pete Sampras, realizados em Seul, Kuala Lumpur e Macau, muito tinta tem corrido sobre um eventual regresso do norte-americano à competição ao mais alto nível. Isto porque, particularmente em duas dessas três ocasiões, Sampras exibiu um ténis de nível bem elevado e se bateu de igual para igual com o actual incontestado nº1 mundial.

Pessoalmente, costumo desvalorizar estes jogos de exibição, pelo simples facto de que não são verdadeiramente competitivos. Precisamente por serem "exibições", os jogadores jogam para o espectáculo, para agradar ao público que acorre a este tipo de eventos e, quase invariavelmente, as partidas acabam decididas num tie-break, ou com sets muito renhidos.

Desta feita, no chamado "Confronto de eras", não houve excepção e, talvez excluindo o primeiro duelo, os restantes foram mesmo muito equilibrados. Mas o simples facto de Sampras ter vencido o último despertou, automaticamente, muitos fãs adormecidos. E não só...

Movido também eu pela curiosidade, resolvi assistir a pedaços desses duelos. E, embora concorde que Federer não jogou ao ritmo que costuma jogar, devo dizer que fiquei agradavelmente surpreendido com a forma física de Sampras e com a destreza no serviço e no vólei, as suas melhores armas.

O americano mostrou que mantém muitas das suas qualidades técnicas intactas e, aos 36 anos, continua a ser dotado de um golpe de serviço a todos os níveis excepcional, de uma direita muito boa e de um jogo de rede de fazer inveja à maior parte dos profissionais de ténis no activo. Sobre o serviço, foi o próprio Federer que admitiu: "não consigo lê-lo, é muito bom, realmente impressionante". E, digo eu, tudo o resto parece lá estar ainda. Sampras não desaprendeu, só não ficamos foi a saber nada sobre a disponibilidade física para jogos em dias consecutivos.

Não quero com estas considerações dizer, obviamente, que partilho da opinião de muitos, que consideram Sampras até melhor que Federer. Parece-me evidente que "Pistol Pete" (sim, continua a fazer sentido a alcunha) tirou enorme partido do facto dos encontros se terem disputado num piso indoor extremamente rápido, conseguindo resolver os seus jogos de serviço com facilidade acrescida e mantendo alguma frescura à custa da grande quantidade de pontos curtos e da menor intensidade dos mais longos.

E Federer até poderá ter facilitado um pouquinho no terceiro embate, depois das vitórias em Seul e Kuala Lumpur. Mas será que o nível de Sampras é assim tão mais baixo? Será que, num piso rápido (relva, alcatifa, mesmo até alguns hardcourts), Federer derrotaria Sampras sem dificuldades como o faz a outros actuais top-10 ou top-20?

Estas são questões que gostaria de ver respondidas, mas não alimento ilusões. Talvez seja mesmo absurdo Sampras arriscar um regresso à competição nestas condições e o americano não esteja para isso.

Muito provavelmente, não teria quaisquer hipóteses de acompanhar o ritmo do ténis actual. Definitivamente, faria muito má figura jogando em pisos lentos. Mas uma segunda metade de temporada (em pisos mais rápidos) de 2008 no circuito ATP seria interessante, quanto mais não fosse pelo reavivar de tempos não muito distantes e pela possibilidade (ainda que remota) de voltarmos a assistir a um duelo entre dois dos melhores tenistas da história do ténis...

  

publicado por Morais às 21:35
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Portugueses em retrospectiva

Foram vários os tenistas portugueses em acção na semana de 19 a 25 de Novembro. Já vai longe, é certo, mas as prestações foram globalmente positivas, pelo que não poderia deixar de colmatar essa ausência de informação sobre o ténis do nosso país (disponível nos sites Ténis em Portugal, Luso Ténis e agora também no novíssimo Bolamarela).

Frederico Gil, em acção frente a Luis Horna - foto ATPeru Leonardo Tavares no seu encontro da primeira ronda, frente a Pablo Cuevas - foto ATPeru

No sector masculino, Frederico Gil e Leonardo Tavares participaram num challenger de 50000$ em Lima, no Perú. E se Leonardo se quedou pela ronda inaugural, pese embora a excelente réplica (perdeu no tie-break do terceiro set) oferecida ao futuro vencedor do evento, Frederico Gil avançou até aos quartos-de-final, sendo travado pelo segundo favorito, Luís Horna, em três parciais. Num jogo em que não conseguiu aproveitar muitas das inúmeras oportunidades de que dispôs, Gil sucumbiu por 6-2, 1-6 e 6-3, facto que em nada desprestigia a sua excelente campanha em torneios challenger, nesta temporada de 2007.

Já Rui Machado esteve presente num future espanhol (10000$), disputado na terra batida de Barcelona. O tenista algarvio teve uma semana muito boa, batendo o primeiro cabeça-de-série e habitual parceiro de treino de Rafael Nadal, Bartolomé Salva-Vidal, logo de entrada, e perdeu apenas para o jovem francês Jonathan Eysseric (que viria a vencer o evento), num encontro em que foi forçado a desistir, em virtude de uma lesão no pé.

Por fim, Gastão Elias, participou no qualifying do challenger americano de Knoxville, baqueando na primeira ronda, quando até era cabeça-de-série. Foi um final infeliz para a sua temporada sénior, mas não deixou de ser uma primeira época (a meio gás) muito interessante.

Michelle Brito este em destaque por terras mexicanas 

No sector feminino, Michelle Brito marcou presença no 25000$ da Cidade do México, conseguindo alcançar os quartos-de-final -perderia com a ex-top30 Clarisa Fernandez- e garantindo, em função do resultado negativo de Frederica Piedade, o direito a terminar a época como a segunda melhor portuguesa no ranking mundial, no lugar 292. Notável!

Por seu lado, Neuza Silva, Frederica Piedade, Catarina Ferreira, Magali de Lattre e Demi Rodrigues actuaram aqui no nosso país, no 25000$ da Quinta da Beloura. Destas, apenas Neuza, Frederica e Magali conseguiram uma vitória, perdendo logo de seguida, na segunda ronda. Algo desapontante, mas a época já vai longa, sobretudo para Neuza, e a frescura física e mental não é certamente a mesma.
 

Desta forma, não tendo sido propriamente brilhante a semana transacta, também não foi desprestigiante para o ténis português, sobretudo por culpa de Frederico Gil, Rui Machado e Michelle Brito, autores de mais que uma vitória nos torneios onde participaram.

 

publicado por Morais às 17:12
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Domingo, 2 de Dezembro de 2007

Finalmente de volta!

Ao cabo de mais de uma semana sem qualquer post, estou de regresso ao activo. Naturalmente, farei uma revisão rápida do que entretanto se passou (o passado pouco importa, lá dizem Federer, Tiger Woods e Thierry Henry), para, logo depois, centrar atenções na actualidade tenística. Até já...

 

publicado por Morais às 00:01
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